/ agosto 21, 2016/ Eu, Poesias de Guardanapo

Somente o tempo pode curar algumas feridas. Ou, pelos meus olhos, amadurecer as pessoas e seus sentimentos.

Pouco mais de década atrás, quando fazia cursinho, escrevi este poema como despedida de um término de namoro. Na época ela ficou magoada, e.. Hoje após tantos anos separados, finalmente ela entendeu o contexto deste soneto.

Não, não ficamos, nem saímos. Apenas nos encontramos por acaso. E talvez, se tentássemos algo, pudesse dar mais certo que na época.

Espero que gostem…

Despedida

Enfim chegou o dia, vou embora.
Desculpe, mas eu não posso ficar.
O momento, minha hora, meu agora.
Pasárgada ainda está a me esperar.

A ti deixo algumas boas lembranças
Marcadas em palavras ditas minhas
Nos encontraremos, tenha esperança
Sempre serás minha eterna rainha.

Mas se em ti, saudades minhas bater
Tente relembrar tudo que passamos e
Não te permitas chorar ou sofrer

Ande por onde a terra beija o mar e
Veja o horizonte que sempre amamos
Só então, bem lá, irá me encontrar

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