/ fevereiro 28, 2016/ Eu, Poesias de Guardanapo

Dentre tantas coisas que eu fiz na adolescência, tanto boas quanto ruins, alguma ficaram marcadas, e tornaram joias que eu carrego até hoje…

Para falar a verdade, são as poucas coisas as quais que me orgulho, e garanto, não são muitas.

Dentre tantas, foi em um caderno antigo, que eu guardei as minhas poesias… Ao menos na época, pareciam boas, hoje leio-as e acho infantis.

Aqui vai uma, escolhida a dedo. Na verdade, é uma escolha bem certa. Escrito há mais de 10 anos, e é como me sinto hoje, Amanhecendo novamente.

Me redescubro a cada dia, e… Há tanto que eu poderia ter feito no passado… E há tanto que eu posso abrir mão…

Espero que não desanimem com as palavras tortas de mais de uma década de vida…

Amanhecer…

A chuva cai, sem parar…
E leva-me as dores…
E lava-me a memória…
E deixa-me novas cores…

O céu nublado se revela…
E mostra-me um colorido,
Deste mundo a minha volta,
Por tanto tempo esquecido…

Novos peixes no aquário…
Novas flores no jardim…
Novas vestes no armário…

Desisto de tentar esquecer…
Apenas desejo recomeçar…
Meu mundo voltou a girar…

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